Páscoa é um tempo de passagem, um rito de reflexão, e assim iniciamos a aula refletindo sobre nós mesmos, sobre cada processo individual de aprendizagem, mas também sobre o processo que a turma percorre junto.
A cada aula que se inicia na disciplina de Tecnologias Digitais do Ensino é um misto de expectativas e inseguranças, academicamente falando ainda sinto que preciso fazer mais, cobro sempre mais, e no decorrer das discussões, das metáforas utilizadas pelo Professor Fernando Pimentel, as inseguranças vão dando espaço às reflexões.
Com base no PBL 05, no qual construímos uma linha do tempo analisando as possibilidades e limites das incorporação das tecnologias no ensino no Brasil, refletimos coletivamente que o percurso histórico apresenta momentos de incorporação das tecnologias como forma de ampliação (melhoria) em uma concepção ingênua de modernização, utilizando os aparatos como meio de substituir as tecnologias “tradicionais”, revelando que a inovação pedagógica não acompanhou a modernização das tecnologias, conforme defende Coll (2010) e Pinto (2008). O Estado e as políticas públicas tendem a incentivar sem uma proposta pedagógica de redefinição do fazer docente. Compreendemos que se faz necessária a implementação de políticas públicas voltadas a incorporação das tecnologias tendo como base epistemológica o papel do professor como mediador, concepção de ativo e aparato tecnológico como meio de colaboração e aprendizagem em rede.

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