quarta-feira, 4 de março de 2026

 Primeiros passos

 02 de março de 2026. 

    Hoje iniciei uma nova jornada acadêmica, vivenciei minha primeira aula do mestrado em educação. Um momento regado de muita expectativa. O professor Dr. Fernando Pimentel, responsável pela disciplina Tecnologias Digitais do Ensino, transformou a atmosfera de curiosidade, timidez e até receio do desconhecido em algo leve e divertido, ao se apresentar o professor desconstruiu a postura hierárquica, por meio de escuta atenta aos acadêmicos. 

    A aula se desenrolou sob uma dinâmica de interação entre os participantes. Com base no referencial indicado antecipadamente refletimos sobre o termo TECNOLOGIA em diferentes vertentes: como ciência que estuda a técnica; como técnica puramente; como  conjunto de técnicas de que dispõe determinada sociedade e também sob o enfoque da ideologia da técnica. Baseado em situação problema relacionamos o conceito de tecnologia com as práticas desenvolvidas no âmbito educacional. 

    Dentre a tempestade de reflexões proporcionadas, enquanto uma aprendiz que adentrei a sala com medo sair com valiosas lições: pensar fora da caixa, ESVAZIAR-SE PARA APRENDER e principalmente retornar para o próximo encontro com espírito de aventureira, aberta para experimentar o novo.  

2 comentários:

  1. Miriam, seu relato transmite com muita sensibilidade o início dessa nova etapa acadêmica. É interessante perceber como você destacou não apenas os conteúdos discutidos, mas também o clima formativo da aula — especialmente quando menciona a escuta atenta do professor e a desconstrução de uma postura hierárquica tradicional. Essa percepção mostra que aprender na pós-graduação envolve tanto a dimensão conceitual quanto a experiência relacional que se constrói no processo. Além disso, sua reflexão sobre os diferentes sentidos do termo tecnologia revela que você já começou a olhar para o tema com mais profundidade, indo além da ideia de ferramenta e aproximando-se de uma compreensão crítica.

    Também é muito potente quando você afirma que entrou com medo e saiu com lições como “pensar fora da caixa” e “esvaziar-se para aprender”. Esse movimento de abertura é essencial no percurso do mestrado. Para ampliar ainda mais essa experiência, sugiro que visite os blogs dos colegas, leia as reflexões que eles fizeram sobre essa mesma aula e deixe comentários dialogando com as ideias apresentadas. Esse intercâmbio pode enriquecer sua própria compreensão e fortalecer essa rede de aprendizagem que começa a se formar.

    E deixo uma provocação para seu próximo passo: se esvaziar-se é condição para aprender, como manter essa abertura ao novo sem perder o olhar crítico necessário para questionar as próprias tecnologias que utilizamos na educação? ✨

    ResponderExcluir

Dispositivos móveis no ensino-aprendizagem

Vivemos em uma sociedade marcada pela cultura digital, em que a aprendizagem ultrapassa os limites físicos da sala de aula. Nesse contexto, ...