Dentre as aprendizagens de hoje quero destacar que conheci uma tecnologia que despertou muita curiosidade. Durante a semana fomos convidadas a pensar em um problema para discutir com a turma também uma tecnologia para sintetizar as reflexões. Nesse percurso, conheci o “diagrama de Ishikawa” ou “diagrama espinha de peixe”, trata-se de uma ferramenta visual utilizada para mapear causas raízes de problemas específicos. Sua estrutura assemelha-se ao esqueleto de um peixe, na cabeça descreve-se o problema, as espinhas principais representam as categorias de causas, e as ramificações menores simbolizam as subcausas.
Para mergulhar em águas mais profundas, segue a referência de um artigo publicado recentemente, que utiliza a ferramenta acima mencionada.
Cavalcante, F., Voss, L. & Levino, N. (2025). Transformação digital: diagnóstico e planejamento no desenvolvimento de ações na Universidade Aberta do Brasil. Revista Digital de Investigación en Docencia Universitaria, 19(2), e2097. https://doi.org/10.19083/ridu.2025.2097

Olá Miriam. Em que a condução deste PBL tem lhe ajudado a repensar a incorporação de tecnologias digitais no ensino? Como as leituras tem contribuído em sua visão de mundo, de escola, de processos de alfabetização e letramento?
ResponderExcluirA condução deste PBL tem sido fundamental para que eu repense a incorporação das tecnologias digitais no ensino, especialmente ao compreender que elas não devem ser usadas apenas como suporte, mas como parte integrante das práticas pedagógicas. Tenho refletido que o uso dessas tecnologias precisa estar articulado aos objetivos de aprendizagem, promovendo maior participação dos estudantes e favorecendo a construção ativa do conhecimento.
ExcluirNo campo da alfabetização e do letramento, essa experiência tem ampliado meu olhar para práticas que vão além da decodificação da escrita. As tecnologias digitais possibilitam trabalhar com diferentes gêneros textuais e linguagens, como vídeos, áudios, imagens e textos multimodais, contribuindo para que os alunos desenvolvam competências de leitura e escrita em contextos reais de uso. Assim, o letramento passa a ser compreendido como uma prática social, mediada também pelas tecnologias.